Quando pensamos em due diligence em fornecedores, visualizamos longas horas de análise de documentos, consultas a diferentes fontes e aquela temida insegurança ao decidir. Mas, em 2026, a palavra de ordem é outra: automação. Observando diretrizes internacionais, avanços em inteligência artificial e plataformas especializadas como a Direct Data, notamos um movimento de simplificação – e aceleração – desse processo tão decisivo.
A era da papelada excessiva ficou para trás.
Por que automatizar o due diligence?
Automatizar due diligence em fornecedores não só torna os processos mais rápidos, como reduz erros humanos e traz segurança nas decisões. Dados do estudo publicado no site Contadores CNT mostram que a automação reduz em até 83% o tempo do due diligence, baixando de 90 para apenas 15 dias, principalmente na construção civil. Imagine o impacto disso em empresas de qualquer setor.
A transparência na cadeia de fornecedores não é mais um diferencial, mas uma necessidade. Fraudes, riscos fiscais, lavagem de dinheiro e relações com empresas inidôneas passaram a ter impacto direto na reputação e resultados das empresas. Aqui, a automação entra como resposta à crescente complexidade regulatória.
Como funciona o processo tradicional de due diligence?
Antes de falarmos da automação, é importante visualizar como era – e ainda é, em muitos casos – o processo manual. Normalmente envolve:
- Coleta de documentos e informações cadastrais dos fornecedores;
- Consulta manual a dezenas de bases públicas, cartórios, órgãos governamentais e listas restritivas;
- Análise minuciosa de riscos, histórico financeiro, processos judiciais e compliance fiscal;
- Verificação, por amostragem, de beneficiários finais e possíveis laranjas;
- Relatórios elaborados manualmente, com risco de informações desatualizadas ou incompletas.
Esse método, além de lento, pode gerar falhas por cansaço ou erro humano. Muitas informações ficam dispersas, ou não são verificadas com a periodicidade ideal.
Como a automação transforma o cenário de due diligence
Em nossa experiência na Direct Data, a automação entrou para resolver três grandes dores: demora, inconsistência e custo elevado. Ferramentas que integram e cruzam dados de mais de 300 fontes públicas permitem que análises que duravam dias passem a acontecer em minutos.

- Conectividade via APIs, trazendo dados atualizados de maneira automática;
- Integração com listas e bases como Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS);
- Atualização automática de processos judiciais e consulta processual;
- Checagem de beneficiário final em instantes, reduzindo o risco de relações fraudulentas;
- Possibilidade de gerar alertas automáticos para cadastros ou contratos suspensos, bloqueados ou alterados recentemente.
No geral, simplifica-se não apenas a coleta, mas o cruzamento, acompanhamento e atualização das informações. Assim, o compliance não depende mais de controles em planilhas ou verificações esporádicas.
Quais são os principais passos para automatizar o due diligence?
A transição pode parecer complexa, mas observamos que seguir um roteiro claro minimiza dúvidas. O ideal é pensar em etapas:
- Mapeamento das informações e riscos prioritários: Quais dados realmente importam para o seu segmento? Empresas que tratam informações sensíveis, ou trabalham com cadeias globalizadas, têm prioridades diferentes de negócios locais.
- Escolha de uma plataforma confiável: Aqui, vale identificar soluções capazes de integrar diferentes bases de dados públicas, facilitar atualizações e gerar relatórios adaptados à sua rotina. A Direct Data, por exemplo, apoia empresas de todos os portes nesse desafio.
- Integração com outras áreas da empresa: Procure alinhar o sistema de due diligence com áreas como compras, jurídico, auditoria e financeira, evitando ilhas de informação e garantindo rastreabilidade total.
- Automatização dos cadastros e consultas: Use fluxos automáticos para validar documentos, checar listas restritivas e gerar sinais de alerta caso ocorram mudanças relevantes.
- Treinamento da equipe: Mesmo sistemas automáticos precisam de supervisão e ajustes. A equipe deve conhecer tanto os riscos do processo quanto o funcionamento da plataforma.
- Revisão e atualização constante: Tecnologias e padrões de compliance estão sempre mudando – é fundamental revisar fluxos periodicamente.
Esse roteiro básico cobre quase todo o ciclo de decisão. Pequenos ajustes podem ser implementados conforme a maturidade do processo e as exigências do setor.
O papel dos dados públicos, inteligência artificial e machine learning
Se, antes, dependíamos de busca manual para encontrar vestígios de risco, agora a inteligência artificial faz o trabalho pesado. Modelos de machine learning aprendem padrões incomuns, sugerem conexões suspeitas e alertam sobre inconsistências em tempo real.
Com IA, análises que costumavam ser superficiais se tornam profundas, cobrindo dezenas de aspectos do fornecedor, inclusive histórico fiscal, denúncias de lavagem de dinheiro e vínculos com empresas impedidas. Uma consulta na base de lavagem de dinheiro, por exemplo, pode ser feita automaticamente antes mesmo do cadastro final ser aprovado.
Além disso, soluções atuais se baseiam em padrões internacionais, como recomendações da Caixa de Ferramentas de Dever de Diligência da Comissão Europeia, que oferecem modelos e listas para auditar com precisão e praticidade.

Impacto direto nos negócios
Segundo artigo publicado no portal Migalhas, a automação baseada em IA pode elevar em 40% a eficiência operacional, beneficiando também o relacionamento com clientes, marketing, engenharia de software e até pesquisas para novos produtos.
A vantagem é sentir o resultado não só em menor risco, mas no aumento da confiança para inovar. Afinal, quando a base está sólida e os dados são confiáveis, tomar decisões é muito mais simples.
Desafios e armadilhas possíveis
Nem tudo são flores, claro. Em nossa trajetória, presenciamos automatizações que falharam por falta de padronização, ou então por excesso de confiança nos algoritmos. Automatizar requer, sim, treinamento e revisão constante. É fácil pensar que basta apertar um botão, mas ainda é fundamental o olhar do profissional na análise de situações não previstas.
Outro ponto: nem toda fonte de dados é realmente confiável ou estável. Cheque sempre a procedência e a regularidade das bases utilizadas. A qualidade dos dados é a base de tudo.
Comece hoje mesmo a jornada para automação
Em 2026, automatizar due diligence já não é uma aposta ousada, mas um passo natural para empresas que querem manter competitividade e segurança. Integrações com plataformas como a Direct Data e a adoção de padrões internacionais mostram que há caminhos acessíveis para todos os portes.
Queremos que sua empresa não apenas acompanhe esse movimento, mas seja protagonista. E, se precisar de apoio para implementar fluxos automáticos, integrar APIs e tornar seu compliance ainda mais ágil, estamos prontos para mostrar na prática como isso pode acontecer.
Solicite seus créditos na Direct Data, teste as automações e prepare seu setor de fornecedores para o futuro. Decidir com segurança nunca foi tão simples.
Perguntas frequentes sobre automatização de due diligence em fornecedores
O que é due diligence automatizada?
Due diligence automatizada é o processo de avaliação, análise e validação de fornecedores realizado de forma automática, com uso de plataformas e inteligência artificial para cruzar dados públicos, identificar riscos e emitir relatórios detalhados sem intervenção manual. Isso reduz o tempo de análise, aumenta a precisão das informações e minimiza falhas humanas.
Como automatizar due diligence em fornecedores?
O caminho passa por três etapas principais: mapear riscos e dados necessários, implementar uma plataforma de automação integrada a fontes confiáveis e treinar a equipe para acompanhar e ajustar os fluxos automáticos. Com APIs conectadas, a verificação cadastral, checagem de listas restritivas, análise de processos judiciais e beneficiários finais ocorre em tempo real, como oferecemos na Direct Data.
Quais ferramentas usar para automatizar due diligence?
As ferramentas variam segundo o porte e perfil da empresa. Mas sugerimos plataformas SaaS especializadas em compliance, que cruzam dados públicos e oferecem integração via API. O Direct Data é um exemplo desse tipo de solução, possibilitando consultas automáticas a bases como CEIS, beneficiário final, processos judiciais, e permitindo alertas de alterações cadastrais.
Vale a pena automatizar due diligence?
Sim. Os estudos apontam que a automação pode reduzir em até 83% o tempo gasto, como indica relatório no site Contadores CNT, além de trazer mais qualidade aos dados analisados. As empresas conseguem mitigar riscos, ganhar agilidade para fechar contratos e evitar parcerias prejudiciais.
Quais os benefícios da due diligence automatizada?
Os principais benefícios são a redução de tempo nos processos, precisão na análise de riscos, eliminação de tarefas repetitivas, atualização automática de dados, facilidade de integração com outros setores e aumento na segurança das decisões comerciais.
